Passeio Privado Lisboa Full Day/Half Day





Descrição
* A melhor e mais interessante maneira de conhecer alguns dos mais belos monumentos históricos e culturais da cidade de Lisboa, assim como os emblemáticos bairros típicos da cidade. * Todos os nossos serviços são privados, viajará unicamente com a sua família, amigos, ou colegas de trabalho. Os nossos motoristas profissionais serão os seus assistentes pessoais durante todo o passeio, encarregando-se de que tudo esteja do seu agrado. * Viajará em viaturas de luxo, com toda a segurança e conforto necessário para que o seu passeio seja inesquecível. * Este é o nosso compromisso para conhecer uma das mais bonitas capitais europeias "LISBOA".
Opções de passeio
Itinerário
Boas vindas aos clientes. Partida do Hotel, Alojamento Privado ou do ponto de encontro combinado.
A Torre de Belém, antigamente Torre de São Vicente, é uma fortificação localizada em Belém, na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém, era primitivamente cercada pelas águas em todo o seu perímetro. Ao longo dos séculos foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje a terra firme. Um dos ex libris da cidade, o monumento é um ícone da arquitetura do reinado de D. Manuel I. Ao longo do tempo, a torre foi perdendo a sua função de defesa da barra do Tejo e, a partir da ocupação filipina, os antigos paióis deram lugar a masmorras. Nos quatro pisos da torre, mantêm-se a Sala do Governador, a Sala dos Reis, a Sala de Audiências e, finalmente, a Capela com as suas características abóbadas quinhentistas. A Torre de São Vicente (1514) pertence a uma formação de defesa da bacia do Tejo mandada erigir por João II de Portugal, composta a sul pela torre de São Sebastião da Caparica (1481) e a oeste pela Torre de Santo António de Cascais (1488).
Da autoria do arquiteto Cottinelli Telmo e do escultor Leopoldo de Almeida, este monumento eleva-se a mais de 50 metros de altura em frente ao rio Tejo. Erguido pela primeira vez em 1940, inserido na Exposição do Mundo Português, uma das maiores exposições organizadas em Portugal até à data. Construído originalmente em materiais perecíveis, foi reedificado em 1960, por ocasião dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique – grande impulsionador dos Descobrimentos portugueses. Assumindo o formato de uma caravela estilizada que se faz ao mar, leva à proa o Infante, seguido de alguns protagonistas da proeza ultramarina e da cultura da época retratados com símbolos que os individualizam, nomeadamente, navegadores, cartógrafos, guerreiros, colonizadores, evangelizadores, cronistas e artistas. No terreiro de acesso ao monumento, sobressai imediatamente a Rosa dos Ventos, inaugurada em 5 de agosto de 1960, desenhada no ateliê do arq. Luís Cristino Silva e oferecida pela Rep. da África do Sul.
Data de 1496 o pedido feito pelo rei D. Manuel à Santa Sé, no sentido de lhe ser concedida autorização para se erigir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do Tejo. Em 1501 começaram os trabalhos e, aproximadamente um século depois, as obras estavam concluídas. O Mosteiro dos Jerónimos é habitualmente apontado como a "joia" do estilo manuelino. Este estilo exclusivamente português, integra elementos arquitetónicos do gótico final e do renascimento, associando-lhe uma simbologia régia cristológica e naturalista, que o torna único e digno de admiração. Para ocupar o Mosteiro, D. Manuel escolheu os monges da Ordem de S. Jerónimo, que teriam como funções, entre outras, rezar pela alma do rei e prestar assistência espiritual aos mareantes e navegadores que da praia do Restelo partiam à descoberta de outros mundos. Hoje é revisto por cada um de nós não apenas como uma notável peça de arquitetura mas como parte integrante da nossa cultura e identidade.
Pastel de nata é uma popular especialidade da doçaria portuguesa, de inspiração conventual. Foi criado por monges no Mosteiro dos Jerónimos e possui origem certificada. A receita original é denominada Pastel de Belém, produzida exclusivamente na Fábrica dos Pastéis de Belém, em Lisboa. Em 1837, em Belém, próximo ao Mosteiro dos Jerónimos, numa tentativa de subsistência, os clérigos do mosteiro puseram à venda uns pastéis de nata. Nessa época, Belém e Lisboa eram duas localidades distintas com acesso assegurado por barcos a vapor. A presença do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém atraíam inúmeros turistas que contribuíram para difundir os pastéis de Belém. Sinta-se convidado para experimentar um pastel de Belém + um café (expresso)
A Ponte 25 de Abril é uma ponte suspensa rodoferroviária sobre o rio Tejo que liga a cidade de Lisboa (margem norte) à cidade de Almada (margem sul), em Portugal. A ponte atravessa o estuário do Tejo na parte final e mais estreita — o designado gargalo do Tejo. A Ponte tem 2 277 m de comprimento. Com um vão livre de 1 013 m, a Ponte 25 de Abril é a 33.ª maior ponte suspensa do mundo. O tabuleiro superior alberga 6 vias rodoviárias (3 por sentido), enquanto que o tabuleiro inferior alberga duas linhas ferroviárias eletrificadas que vão de Lisboa a Setúbal. A construção começou em novembro de 1962 e prolongou-se por quatro anos. Foi inaugurada em 6 de agosto de 1966, então apenas com um tabuleiro rodoviário. Em 29 de julho de 1999 foi inaugurado o tabuleiro ferroviário. Até 1974, a Ponte 25 de Abril chamava-se Ponte Salazar, nome do primeiro ministro que a mandou construir. O nome 25 de Abril faz alusão à revolução de 25 de Abril de 1974.
O Santuário Nacional de Cristo Rei, construído em 1959, situa-se a uma altitude de 133 metros acima do nível do Tejo, sendo constituído por um pórtico projetado pelo arquiteto António Lino, com 75 metros de altura, encimado pela estátua do Santíssimo Redentor de braços abertos voltado para a cidade de Lisboa, com 28 metros de altura, obra do escultor português Francisco Franco de Sousa. O pedestal, incluindo o pórtico, eleva-se a 82 metros de altura. O santuário e monumento a Cristo Rei constitui a maior atração turística do concelho de Almada. Este monumento é o melhor miradouro com vista para a cidade de Lisboa, oferecendo uma ampla vista sobre a capital e sobre a Ponte 25 de Abril. Em numerosas reportagens turísticas sobre Lisboa surge o santuário e monumento a Cristo Rei, ex-líbris de Almada. É uma das mais altas construções de Portugal, com 110 metros de altura.
A Ponte 25 de Abril é uma ponte suspensa rodoferroviária sobre o rio Tejo que liga a cidade de Lisboa (margem norte) à cidade de Almada (margem sul), em Portugal. A ponte atravessa o estuário do Tejo na parte final e mais estreita — o designado gargalo do Tejo. A Ponte tem 2 277 m de comprimento. Com um vão livre de 1 013 m, a Ponte 25 de Abril é a 33.ª maior ponte suspensa do mundo. O tabuleiro superior alberga 6 vias rodoviárias (3 por sentido), enquanto que o tabuleiro inferior alberga duas linhas ferroviárias eletrificadas que vão de Lisboa a Setúbal. A construção começou em novembro de 1962 e prolongou-se por quatro anos. Foi inaugurada em 6 de agosto de 1966, então apenas com um tabuleiro rodoviário. Em 29 de julho de 1999 foi inaugurado o tabuleiro ferroviário. Até 1974, a Ponte 25 de Abril chamava-se Ponte Salazar, nome do primeiro ministro que a mandou construir. O nome 25 de Abril faz alusão à revolução de 25 de Abril de 1974.
O Castelo de São Jorge é um dos monumentos mais emblemáticos de Lisboa, situado na mais alta colina da cidade. A mais antiga fortificação no local conhecida data do séc. II a.C, embora vestígios aqui encontrados datem do séc. VI a.C. A arqueologia permitiu ainda descobrir vestígios de fenícios, gregos, cartagineses, romanos e muçulmanos, comprovando a ocupação humana constante desde tempos remotos. O castelo propriamente dito teve a sua fundação nos séculos X e XI, quando Lisboa era uma importante cidade portuária muçulmana. Em 1147, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, conquistou o castelo e a cidade aos mouros. Entre o séc. XIII e o séc. XVI teve o seu período mais importante. No séc. XVI, foi no castelo que o rei D. Manuel I recebeu Vasco da Gama depois da sua viagem marítima à Índia. Declarado Monumento Nacional em 1910, sofreu grandes obras de restauro durante o séc. XX, que lhe deram o aspeto atual. Pode-se dizer que tem a melhor vista da cidade e do Rio Tejo.
Por mais curta que seja a caminhada pelo bairro da Alfama, você certamente passará em frente ao animado Miradouro de Santa Luzia. Por ali, junto ao jardim e aos pergolados, reúnem-se artistas e um considerável público no fim de tarde. O local, por si só, já é agradável: tem flores, azulejos coloridos e lugares para se sentar. Mas o que faz de um miradouro um lugar especial, sabemos, é a vista. Quanto a isso, não há do que reclamar: dali é possível admirar o mar de telhados vermelhos da Alfama até chegar às margens do Tejo, na região do novo Cais de Cruzeiros. O Miradouro de Santa Luzia fica pertinho de outro terraço com vista para a cidade: o Miradouro das Portas do Sol. Vale a pena combinar os dois mirantes no mesmo passeio
A Sé de Lisboa, também conhecida como Basílica de Santa Maria Maior, é considerada a igreja mais antiga de Lisboa, tendo sido construída no início da segunda metade do século XII, após a reconquista da cidade aos mouros por D. Afonso Henriques. É ainda a sede do Patriarcado de Lisboa e da Paróquia da Sé e está classificada como Monumento Nacional desde 1910. A construção da Sé de Lisboa teve início por volta de 1147, quando o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, reconquistou estas terras aos mouros. Foi edificada sob uma mesquita muçulmana onde antes, segundo escavações arqueológicas, era um templo cristão dos germanos visigodos. O primeiro arquiteto da obra foi o Mestre Roberto, um francês que também trabalhou na Sé de Coimbra e no Mosteiro de Santa Cruz. Foi também nesta altura que D. Afonso Henriques mandou regressar do Algarve as relíquias do mártir São Vicente de Saragoça, que agora estão depositadas na Sé.
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Renascida dos escombros do terramoto de 1755, esta bela praça lisboeta delimita a norte a área da Baixa Pombalina. O seu espaço desenvolve-se num amplo quadrilátero, dominado, pelo neoclassicismo harmonioso do Teatro D. Maria II, erguido no local onde se encontrava a Casa da Inquisição. Porém, com o tempo, foi o Rossio, espaço soalheiro e acolhedor, que ganhou o privilégio de fórum da burguesia de Lisboa. A praça animou-se com hotéis (já desaparecidos) que se enchiam de forasteiros, lojas e tabacarias e cafés. A vida mudou e grande parte dos cafés desapareceram, mas o Café Nicola (lado ocidental) e a Pastelaria Suiça (lado oriental) ficaram para guardar testemunho de um outro tempo. Ao centro uma coluna com 28 m de altura, aqui colocada em 1870, suporta a estátua do rei D. Pedro IV, que segura na mão direita a Carta Constitucional. Em 1889 foram acrescentadas duas fontes monumentais, uma de cada lado da coluna, onde simpáticas floristas vendem flores.
A Rua Augusta é a principal artéria da Baixa de Lisboa e surgiu após a reconstrução desta região, que foi destruída com o terremoto de 1755. A rua foi batizada em homenagem a Augusta figura do rei D. José I e faz a ligação entre a Praça do Comércio e a Praça D. Pedro IV (Praça do Rossio). A famosa Rua Augusta é a principal rua turística de Lisboa. Ela também é uma rua pedestre, que foi fechada para o trânsito. Nela você verá diversos restaurantes, hotéis e lojas, incluindo grandes marcas internacionais. Além disso, ela também é o palco de diversos artistas de rua. A bela calçada portuguesa que cobre a Rua Augusta também é outra das suas belezas. Descida a pé desta rua, em direção a Praça do Comercio.
Embora tenha sido inaugurado em 1875, o Arco da Rua Augusta foi planeado em 1759 para comemorar a reconstrução pombalina da cidade após o terramoto de 1755. Aberto ao público desde 9 de Agosto de 2013, este espaço merece ser visitado pela impressionante vista da Baixa de Lisboa e do rio Tejo. O Arco Triunfal da Rua Augusta sempre impressionou quem passeava na rua pedonal mais movimentada de Lisboa. Simboliza a força de Lisboa renascida depois da fúria da terra, do fogo e do mar que a consumiram no terramoto de 1755. No topo, pode observar as magníficas esculturas de Célestin Anatole Calmels, onde a Glória coroa o Génio e o Valor. As restantes estátuas, da autoria de Victor Bastos, representam figuras da nossa história. À esquerda encontramos o Marquês de Pombal, os seguintes são o Vasco da Gama, Viriato e, mais à direita, o Nuno Álvares Pereira. É impossível não se sentir inspirado por tais valores, numa vista de 360º de onde pode ver o melhor que Lisboa tem para lhe oferecer.
A Praça do Comércio, ainda comummente referido pela sua antiga designação de Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos e que hoje está parcialmente ocupada por alguns departamentos governamentais. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² . A praça é limitada por 79 arcos. É considerada um símbolo histórico do poder político e manifestação da capitalidade em Portugal. Esta simbologia é geralmente associada ao centralismo do Estado. Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, coordenada por Eugénio dos Santos, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. O famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, encontra-se nesta praça.
O Jardim de São Pedro de Alcântara é sobejamente conhecido por quem visita Lisboa. Ninguém quer perder a larga panorâmica, entre o Parque Eduardo VII e o rio Tejo, que dali se avista. Localizado no eixo Amoreiras/Chiado, logo abaixo do Jardim do Príncipe Real, este espaço de planta retangular, constituído por dois patamares desnivelados, tem outros motivos de interesse para além das belas vistas. A peça mais antiga que se encontra no Jardim é proveniente dos jardins do Palácio da Bemposta, na Colina de Santana. Para além dos elementos artísticos que compõem este admirável espaço não podemos deixar de destacar que este é um dos melhores locais para observar a tão especial luz de Lisboa. Se de manhã a luminosidade é mais crua, o entardecer reserva-lhe um verdadeiro cenário de deslumbramento seja qual for a época do ano.
O Jardim do Princípe Real, oficialmente designado Jardim França Borges, é um jardim situado em Lisboa, localizado perto do Bairro Alto, este jardim de traçado romântico, foi construído em meados do séc. XIX. Como aspetos a assinalar termos a existência de um Cedro-do-Buçaco com mais de 20 metros de diâmetro, e que é uma das árvores que está classificada como sendo de interesse público neste local, e o reservatório subterrâneo de água da Patriarcal. O mercado semanal de produtosde agricultura biológica realizado aos sábados é um dos muitos eventos que aqui se realizam.
A Praça dos Restauradores situa-se na Baixa de Lisboa, no extremo meridional da Avenida da Liberdade, a poucos metros da Praça de Dom Pedro IV (mais conhecida como Rossio). A praça é caracterizada pelo alto obelisco, de 30 metros de altura, denominado Monumento aos Restauradores e inaugurado em 28 de abril de 1886, que comemora a libertação do país do domínio espanhol em 1 de dezembro de 1640. O chão da calçada na placa central da praça é de calçada portuguesa.
O Parque Eduardo VII de Inglaterra, anteriormente Parque da Liberdade, é o maior parque do centro de Lisboa, sendo localmente conhecido apenas por Parque Eduardo VII. Localizado em São Sebastião da Pedreira, atual, foi batizado em 1903 em honra de Eduardo VII do Reino Unido, que havia visitado Lisboa no ano anterior para reafirmar a aliança entre os dois países. O Parque Eduardo VII foi construído na primeira metade do século XX para voltar a dar a Lisboa o que o Passeio Público tinha dado até meados do séc. XIX em termos de fruição do espaço público - e que tinha sido destruído na sequência da abertura da Avenida da Liberdade, em 1882. Foi utilizado o terreno aberto pertencente à Pedreira de São Sebastião e, originalmente, destinava-se ao prolongamento "verde" da Avenida da Liberdade. A atual configuração do parque foi projetada pelo arquiteto Francisco Keil do Amaral (1942).
Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal e Conde de Oeiras, foi Primeiro Ministro de D. José I, entre 1750 e 1777, tendo sido o maior responsável pela reconstrução de Lisboa, após o terramoto de 1755. O monumento, de grandes proporções, construído em sua homenagem, através de subscrição pública, é composto pela figura do marquês com um leão, em bronze, assente sobre um pedestal, com cerca de 40 m de altura, em pedra trabalhada, ostentando na parte superior 4 medalhões, que representam os principais colaboradores de Pombal, entre os quais se destacam Manuel da Maia, Eugénio dos Santos e Machado de Castro, enquanto que a parte inferior da base surge rodeada por várias figuras alegóricas, nomeadamente uma figura feminina simbolizando Lisboa reconstruída e 3 grupos escultóricos evocando as reformas levadas a cabo por Pombal no campo da agricultura, da indústria e do ensino. Foi inaugurada em 13 Maio de 1934
Despedida dos clientes. Regresso ao Hotel, Alojamento Privado ou ao ponto de encontro combinado.
Destaques
O que está incluído
Locais e horários de recolha
+++++ Início : Qualquer lugar dentro da cidade de Lisboa +++++ Detalhes da recolha : +++++ Pick-up no Aeroporto: Seu motorista estará esperando por você nas chegadas do aeroporto com uma placa de identificação com o seu nome. +++++ Pick-up no Porto: Seu motorista estará esperando por você nas chegadas do Terminal de Cruzeiros com uma placa de identificação com o seu nome. +++++ Pick-up no Hotel / Alojamento Privado / No local pré marcado na cidade de Lisboa. +++++ Drop-Off no Aeroporto de Lisboa / Terminal de Cruzeiros. . +++++ Drop-off no Hotel / Alojamento Privado / No local pré marcado na cidade de Lisboa. +++++ Fim : Este Passeio termina no ponto de recolha. +++++ Este Passeio Privado Lisboa Full Day/Half Day pode começar começar as 8h/9h/10h Full Day ou 8h/9/13h/14h Half Day conforme a vontade do cliente, bastando informar quando faz a reserva. +++++ Este Passeio Privado tem a duração de 9h/5h, incluindo + 1h de pausa para refeição. +++++ Sedan de Luxo/Van de Luxo, com Motorista profissional, WIFI, Carregador de Celular, Garrafas de Água Mineral. +++++ Todos os passageiros e veículos estão totalmente cobertos com seguro, exigido pela lei portuguesa. +++++ Para clientes que estejam fora da cidade de Lisboa, temos os nossos transfers para os recolher e entregarmos, antes e depois do passeio. (Serviço Extra) +++++ Observações : +++++ O tempo de viagem está incluído na duração total do passeio. +++++ Sintam-se convidados para experimentar um delicioso Pastel de Belém + Café (expresso) +++++ ATENÇÃO : +++++ O percurso do passeio Lisboa Full Day e todas as informações referentes ao mesmo encontram-se na seção de reservas Full Day. +++++ O percurso do passeio Lisboa Half Day e todas as informações referentes ao mesmo encontram-se na seção de reservas Half Day.
Avaliações dos viajantes
Informações importantes
- Acessibilidade para cadeira de rodas
- Bebês e crianças pequenas podem andar em um carrinho
- Aceita animais de serviço
- Opções de transporte público disponíveis perto
- Assentos infantis disponíveis
- Opções de transporte com acessibilidade para cadeirantes
- Todas as áreas e superfíceis são acessíveis para cadeirantes
- Adequado para todos os níveis de condicionamento físico
Avaliações(2)
Arriving at our meeting point we noted two gentlemen in dapper dark grey suits in a shiny BMW; little did we realise that they were there to take us on our day tour of their city! Quietly chauffeured from point to point through the busy hustle of Lisbon’s traffic and the noisy throng of tourists and crowded vantage points, we listened intently to a dialogue which neatly weaved the history of Lisbon into a chronological sequence of the significant events over more than 3000 years, which slowly shaped how each district was established, as the waves of different cultures invaded, settled and eventually coalesced into the Lisbon of today. And after walking around each vantage point, or took a short stroll along significant sectors of the city, we found our BMW waiting for us each time, ready to drive us on to the next stop. Jose even pointed out some of the pickpockets ‘mingling with intent’ amongst the throng of tourists! A highlight was the visit to Belem and the ‘Pasteis de Belem’ café for lunch and to see how the Pastel de Nata is made, and then being given a box of six! Being the second-oldest city in Europe, we plan to come again to hear their next chapter! These ‘Two Jose’s” are a great team! What a great day!
José was our always available driver, friendly and always attentive to the questions we asked him. A good experience, everything well planned as we asked you.



