Nadi, Viti Levu e Denarau num só lugar: porque é que ninguém fica onde aterra, o que envolve uma visita a uma aldeia e em que meses é que os barcos andam de forma fiável.
As coisas que mudam uma decisão, não um resumo do guia turístico.
Nadi é onde fica o aeroporto e onde ninguém planeia ficar. Os catamarãs para os grupos de ilhas Mamanuca e Yasawa saem de Denarau, a vinte minutos dali, e levam de trinta minutos a quatro horas, consoante a distância a que vá.
O sevusevu é a oferta de raiz de kava ao chefe à chegada, e é assim que se é formalmente recebido. Ombros e joelhos cobertos, nada de chapéu dentro da aldeia e nada ao ombro. As excursões tratam da kava; a etiqueta é sua.
O estreito de Somosomo — o Rainbow Reef — é considerado um dos melhores sítios de coral mole do mundo, e o mergulho com tubarões na lagoa de Beqa é a outra imagem de marca do país. Ambos ficam longe das ilhas-resort principais e exigem planeamento e não uma reserva à chegada.
Mais fresca, menos húmida, e a única janela em que os barcos entre ilhas andam sem que a meteorologia seja um problema corrente. De novembro a abril é a época dos ciclones, mais chuvosa e mais quente, com preços mais baixos a condizer.
A Coral Coast fica a cerca de uma hora a sul de Nadi por estrada e é a alternativa em terra firme às ilhas — mais barata, mais verde, com quedas de água e aldeias no interior. Um circuito completo à ilha principal leva um dia.
As ilhas-resort têm preços internacionais e a ilha principal não. Comer e deslocar-se fora dos resorts custa uma fração do que o mesmo dia custa dentro de um, o que vale a pena saber antes de fechar um pacote de pensão completa.
O que está aberto, o quanto enche e quando convém reservar com antecedência.