Cinco destinos chilenos num só lugar: porque é que cada etapa é um voo, o que Torres del Paine exige com antecedência e como a altitude do Atacama apanha as pessoas desprevenidas.
Na ordem do próprio catálogo da Viator: primeiro os mais reservados, não por ordem alfabética.
Agrupadas por região segundo o mapa do país da Viator. O primeiro bloco são os lugares que ela arquiva diretamente sob o próprio país.
As coisas que mudam uma decisão, não um resumo do guia turístico.
De Santiago a San Pedro de Atacama são duas horas de avião mais uma hora de estrada pelo deserto; a Punta Arenas, no extremo sul, três horas e meia no ar. O Chile não é um país em que se conduza entre regiões — cada destino é um voo próprio.
A entrada no parque reserva-se online com antecedência, a época vai grosso modo de outubro a abril, e os refúgios e os parques de campismo do trekking W esgotam com meses. Puerto Natales é a vila-base e está a duas horas do portão do parque.
San Pedro está a 2400 metros e as excursões clássicas sobem muito mais — os géiseres de El Tatio ficam a 4300 e as saídas partem às quatro da manhã para os apanhar a fumegar. Leve o primeiro dia com calma e deixe a ida aos géiseres para o segundo ou terceiro.
O Atacama tem dos céus mais limpos da Terra e uma indústria séria de turismo astronómico ao lado dos observatórios profissionais. Reserve à volta da lua nova — a lua cheia apaga quase tudo o que veio ver, e as saídas realizam-se na mesma.
Janeiro e fevereiro são pleno verão e o mês de férias dos chilenos — Santiago acalma enquanto o sul e a costa se enchem de viajantes internos. A Patagónia só está de facto aberta nesta metade do ano.
Os preços da comida, dos transportes e dos dias guiados andam bem acima dos do Peru, da Bolívia ou da Argentina. O país não figura no nosso índice de preços, por isso não lhe pomos um número, mas faça contas mais próximas do sul da Europa do que dos vizinhos.
O que está aberto, o quanto enche e quando convém reservar com antecedência.