Três destinos belizenhos num só lugar: se o Blue Hole compensa o barco, qual é o sítio maia a fazer e porque é que aqui a língua não é obstáculo.
Na ordem do próprio catálogo da Viator: primeiro os mais reservados, não por ordem alfabética.
Agrupadas por região segundo o mapa do país da Viator. O primeiro bloco são os lugares que ela arquiva diretamente sob o próprio país.
As coisas que mudam uma decisão, não um resumo do guia turístico.
São duas horas e meia de barco por sentido a partir de Ambergris Caye, e à superfície é um círculo escuro. Quem mergulha ganha uma parede e estalactites a quarenta metros. Quem faz snorkeling tira muitíssimo mais de Hol Chan e de Shark Ray Alley, a quinze minutos da vila.
Actun Tunichil Muknal é uma gruta alagada perto de San Ignacio com restos cerimoniais maias no lugar onde ficaram, e chega-se lá a nado e a trepar. As máquinas fotográficas estão proibidas lá dentro desde que um visitante deixou cair uma sobre um crânio. É só com guia e é extraordinária.
O único país da América Central onde isso acontece, herança das Honduras Britânicas. O kriol é a língua falada no dia a dia e o espanhol é comum, mas todas as placas, ementas e visitas funcionam em inglês por omissão.
Ambergris Caye fica a quinze minutos de avião ou a hora e meia de táxi aquático da Cidade de Belize; San Ignacio está a duas horas de estrada pelo interior. Quase todas as viagens fazem uns dias de cada — recife e depois selva — em vez de tentar ir e vir num dia.
O dólar de Belize está fixo em dois por cada dólar americano, e os dólares americanos são aceites em todo o lado. Confirme sempre a que dólar se refere um preço antes de concordar — a diferença é exatamente o dobro.
A época dos furacões vai de junho a novembro. As algas nas ilhas variam de ano para ano e são piores da primavera até ao verão; as estâncias limpam as suas próprias praias, por isso afetam certos troços de costa muitíssimo mais do que outros.
O que está aberto, o quanto enche e quando convém reservar com antecedência.